sábado, 24 de novembro de 2012

A CRIAÇÃO DOS NÚMEROS

Os números foram inventados pelos homens. Mas sua criação não aconteceu de repente surgiu da necessidade de contar coisas. O homem primitivo, por exemplo, contava traçando riscos na madeira ou no osso, ou ainda, fazendo nós em uma corda. Como era difícil contar quantidades grandes e efetuar cálculos com pedras, nós ou riscos simples, a necessidade de efetuar cálculos com maior rapidez levou o homem a criar símbolos, para representar quantidade. Na antiguidade, nem todos os povos usavam os mesmos símbolos. Vamos conhecer como alguns povos dessa época contavam.
A NUNERAÇÃO DOS ROMANOS
Os romanos representavam quantidades usando as próprias letras de seu alfabeto:
I - valia uma unidade

V - valia cinco unidades

X - representava dez unidades

L - indicava cinqüenta unidades

C - valia cem unidades

D - representava quinhentas unidades

M - indicava mil unidades
As quantidades eram representadas colocando-se os símbolos uns ao lado dos outros, conforme a seguinte regra:
- Os símbolos iguais juntos, até três , significava soma de valores:
II = 1 + 1 = 2
XXX = 10 + 10 + 10 = 30
CCC = 100 + 100 + 100 = 300
- Dois símbolos diferentes juntos, com o número menor aparecendo antes do maior, significava subtração de valores:
IV = 5 - 1 = 4
XL = 50 - 10 = 40
XC = 100 - 10 = 90

- Dois símbolos diferentes juntos, com o maior aparecendo antes do menor, significa soma de valores:
LX = 50 + 10 = 60

CCXXX = 200 + 30 = 230
DC = 500 + 100 = 600
MMMD = 3000 + 500 = 3500
- Para indicar quantidades a partir de 4000, os romanos usavam um traço horizontal sobre as letras correspondentes à quantidade de milhares:
__
IV = 4000
_

V = 5000
_

VCCCXX = 5320
____

XXIII = 23000
obs: Os Romanos não conheciam um símbolo para representar o número zero

A NÚMERAÇÃO DOS HINDUS

Foram os hindus que inventaram os símbolos que usamos até hoje :

0,1,2,3,4,5,6,7,8 e 9
Esses símbolos, divulgados pelos árabes, são conhecidos como algarismos indo-arábicos e com eles escrevemos todos os números.
Mais adiante vamos falar sobre o sistema de numeração que usamos. Você sabe, por exemplo, que 51 e 15 representam quantidades bem diferentes.


NÚMEROS NATURAIS

Quando contamos uma quantidade de qualquer coisa (objetos animais, estrelas pessoas etc ) empregamos os números 0,1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,.........
Esses números são chamados de números naturais. Existem infinitos números naturais os números que aparecem juntos, como na seqüência acima são chamados números consecutivos.
Por exemplo 12 e 13 são consecutivos 13 é o sucessor (vem depois ) e 12 é o antecessor (vem antes) de 13
Observações:
1) todo número natural tem um sucessor (é o que vem depois)

2) todo número natural tem um antecessor (é o que vem antes), com exceção do zero

3) Um número natural e o seu sucessor são chamados números consecutivos.

PAR OU IMPAR


Um número natural é par quando termina em 0,2,4,6 ou 8

Os números pares são: 0,2,4,6,8,10,12,14,16......

Um número é ímpar quando termina em 1,3,5,7, ou 9.

Os números ímpares são: 1,3,5,7,9,11,13,15.......

As Regiões do Brasil



Brasil é um país com enorme extensão territorial: apresenta área de 8.514.876 Km2, sendo seu território dividido em Regiões.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é o órgão responsável pela divisão regional do território brasileiro. Para reunir estados em uma mesma região são utilizados critérios como semelhanças nos aspectos físicos, humanos, culturais, sociais e econômicos.
Muitas divisões regionais do território brasileiro já foram estabelecidas ao longo da história, atualmente está em vigor a divisão estabelecida no ano de 1970, que é composta por cinco Regiões: Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sul e Sudeste.




SUL (Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná)
Quinta região em área e terceira em população. Sua extensão territorial é de 576.409,6 Km². Sua população é estimada em 27,3 milhões de habitantes.
Seu clima é subtropical, o mais frio do Brasil. Predomina a vegetação de Mata de Araucárias nas áreas mais elevadas e a de campos (chamados de Pampas), nas outras áreas. O relevo contêm, principalmente, os Planaltos e Serras do Atlântico Leste-Sudeste e os Planaltos e Chapadas da Bacia do Paraná.
A economia é diversificada, apresenta o segundo maior parque industrial do país e uma agricultura moderna. Destacam-se a produção de suínos, de gado, de fumo e de soja e também a indústria alimentícia, a têxtil, a metalúrgica e a automobilística.

SUDESTE (Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo).
Quarta maior área e a primeira em população. Sua extensão territorial é de 924.511,3 Km². Abriga uma população de 80.364.410 habitantes, correspondendo a aproximadamente 40% do contingente populacional brasileiro. A densidade demográfica é de 87 habitantes por quilômetro quadrado, sendo a Região mais populosa e povoada do país.
Seu clima típico é tropical, mas nas regiões mais altas há o tropical de altitude (mais ameno). Ambos tem verão chuvoso e inverno seco. A vegetação predominante é a Mata Atlântica, devastada pela ocupação da região. O relevo é planáltico e muito erodido, bem arredondado e chamado de “mares de morros”.
A economia é a maior do país e corresponde a metade do PIB nacional, contando com larga produção industrial e grande setor terciário. A agricultura é moderna e muito produtiva, com destaque para a produção de laranja, cana-de-açúcar e milho. Há também produção petrolífera na bacia de Campos e a perspectiva de prospecção na camada Pré-Sal. A região é destaque também por conta da cidade de São Paulo: importante centro financeiro e comercial do mundo.

CENTRO-OESTE (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal)
Segunda maior região em área e a menor em população, tem localidades muito pouco habitadas. Sua área é de 1.604.850 Km2, ocupando aproximadamente 18,8% do território do Brasil, tendo a segunda maior extensão territorial entre as Regiões brasileiras, sendo menor apenas que a Região Norte. Conforme contagem populacional realizada em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população total do Centro-Oeste é de 14.058.094 habitantes, cuja densidade demográfica é de 8,7 habitantes por quilômetro quadrado.
Predomina o clima tropical, com verão chuvoso e inverno seco. As áreas do norte (próximas à floresta amazônica) são as mais úmidas. O relevo, marcado pelo Planalto Central, é antigo e aplainado e forma extensos chapadões que, ao sul do Mato Grosso do Sul, dão lugar às planícies do Pantanal - alagadas apenas durante a época chuvosa. Fora do Pantanal, a vegetação dominante é o cerrado (chamado de cerradão onde há maior numero de árvores e de cerrado típico onde há mais gramíneas).
A economia se baseia na agropecuária, principalmente na produção de soja, milho e carne bovina. O cultivo de soja, muito rentável e com grande mercado externo, têm avançado para a floresta amazônica e já tomou grande parte das áreas naturais de cerrado, aumentando o desmatamento da região.

NORTE (Tocantins, Acre, Pará, Rondônia, Roraima, Amapá e Amazonas)
Maior região em área e a quinta em população. Sua extensão territorial é de 3.853.397,2 Km², sendo a maior região do Brasil, corresponde a aproximadamente 42% do território nacional. Possui uma população de cerca de 15,8 milhões de habitantes.
Seu clima é equatorial e a vegetação é a floresta amazônica, apresentando algumas manchas de cerrado. O relevo é formado pela Planície Amazônica, pelos Planaltos Amazônicos Orientais que a envolvem e pela sequência de depressão marginal-planalto residual, tanto no sentido norte como no sul.
A economia se baseia no extrativismo vegetal e mineral, com destaque para a extração de madeira e para as jazidas de ferro e de manganês na Serra dos Carajás. Indústrias aparecem, sobretudo, na Zona Franca de Manaus – onde se instalaram com incentivos fiscais a partir da década de 60.

NORDESTE (Bahia, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Maranhão)
Terceira maior em área e segunda em população. Sua área é de 1.554.257,0 Km². Abriga uma população de aproximadamente 53.081.950 habitantes, esses estão distribuídos em nove estados. O grande número de cidades litorâneas com belas praias contribui para o desenvolvimento do turismo na região.
Seus climas são: tropical úmido (na região litorânea e na porção leste do Planalto da Borborema), semi-árido (no Sertão nordestino) e equatorial (no noroeste do Maranhão). O relevo é formado pelo planalto da Borborema, próximo ao litoral, e pelo planalto do rio Parnaíba, a oeste. Entre os dois está a Depressão Sertaneja. Os planaltos são antigos e erodidos, com baixas altitudes. A vegetação predominante é a caatinga, com matas tropicais e de cocais a oeste e a leste.
A economia nordestina é caracterizada pela concentração industrial na faixa litorânea e pelo predomínio das atividades agrícolas no resto da região. Ela tem crescido por conta da migração de empresas do sul e sudeste, mesmo assim, cerca de 40% da população sobrevive com um salário mínimo.







domingo, 13 de maio de 2012

Mensagem para mães...

Um anjo com rosto de mãe

Certa vez, um anjo
Cobriu-me com suas asas,
Curou-me as feridas,
 Apontou-me os caminhos,
 Livrou meus passos da escuridão,
 Protegeu-me dos abismos.
Certa vez, este mesmo anjo
Estendeu-me a mão,
Ofereceu suas preces por mim,
Pediu, suplicou junto ao Senhor
Pela minha felicidade.
Este mesmo anjo enxugou-me as lágrimas, 
Velou ao redor de minha cama quando estive doente,
Reanimou minhas forças,
Emprestou-me seu sorriso quando eu não conseguia mais sorrir.
 Este mesmo anjo emprestou-me suas asas
 E comigo voou para que eu recuperasse meus sonhos
 E aprendesse o Deus-Amor.
Este anjo iluminou minhas esperanças,
Intercedeu por mim no meio dos temporais.
Este anjo revelou-me sua face
 Em meio ao seu mais belo olhar.
 Este anjo, como você deve ter adivinhado,
Tem, no rosto, estampado
 O semblante de minha mãe.

Regina Célia Suppi – Escritora

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Como foi bom retornar as aulas... Aff! Que saudades eu estava da escola, dos alunos, colegas de trabalho.

Fiquei muito feliz em reencontrar meus alunos que por mim passaram, ver como cresceram, e pode dizer com orgulho que fiz parte de seu crescimento.

Como é bom redescobrir pequenas coisas com os pequeninos...

Que aprendizagem tive hoje no retorno escolar!

Bom retorno à todos...
Jú Câmara

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

domingo, 12 de fevereiro de 2012