segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Reflexão....


Em uma semana marcada de atos cívicos, é constrangedor observar que os educandos não têm respeito pelo ato presenciado, ou até mesmo, que não sabem como se comportar em momentos cívicos, culturais... A todo o momento é preciso pedir silêncio, o uso do boné, chicle... No entanto o que me deixou mais indignada foi presenciar que não podemos cobrar o que não sabemos fazer. Nós professores temos boa parte de culpa por nossos educandos não saberem a importância dos atos culturais. Nesse caso a Semana da Pátria. Muito pouco é trabalhado em sala, no entanto, trabalha-se somente nesta semana. Os Hinos? Uma calamidade. Oh! Pátria amada. Idolatrada, Salve!Salve! Futuramente os atos cívicos poderão acontecer somente com os aparelhos eletrônicos, o rádio, pois poucas pessoas ainda conhecem a letra do Hino Nacional Brasileiro, mais quando se trata dos Hinos da Independência, de Santa Catarina o silêncio é total.


“A escola ensina conteúdos do século XIX, com professores do século XX, para alunos do século XXI.” (LIBÂNEO, 2004)

É preciso rever nossas formas de trabalhar esses momentos culturais para não precisarmos futuramente castigar os homens.

Semana da Pátria

Hinos

Hino Nacional do Brasil

Parte I

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança a terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

Parte II

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
“Nossos bosques têm mais vida",
“Nossa vida" no teu seio "mais amores".

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.

Mas, se ergues da justiça à clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!!!




Hino da Independência
Composição: Evaristo da Veiga
Música de: D. Pedro I.



Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre



Hino à Bandeira Nacional

Letra: Olavo Bilac
Música: Francisco Braga

Salve, lindo pendão da esperança,
Salve, símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever;
E o Brasil, por seus filhos amado,
Poderoso e feliz há de ser.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira,
Pavilhão da Justiça e do Amor!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Hino da Proclamação Brasileira
Música: Leopoldo Miguez (1850/1902)
Letra: Medeiros e Albuquerque (1867/1934)

Seja um pálio de luz desdobrado.
Sob a larga amplidão destes céus
Este canto rebel que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus!
Seja um hino de glória que fale
De esperança, de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

Nós nem cremos que escravos outrora
Tenha havido em tão nobre País...
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais! Ao futuro
Saberemos, unidos, levar
Nosso augusto estandarte que, puro,
Brilha, ovante, da Pátria no altar!

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

Se é mister que de peitos valentes
Haja sangue em nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou este audaz pavilhão!
Mensageiros de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder
Mas da guerra nos transes supremos
Heis de ver-nos lutar e vencer!

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

Do Ipiranga é preciso que o brado
Seja um grito soberbo de fé!
O Brasil já surgiu libertado,
Sobre as púrpuras régias de pé.
Eia, pois, brasileiros avante!
Verdes louros colhamos louçãos!
Seja o nosso País triunfante,
Livre terra de livres irmãos!

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!



Hino do Estado de Santa Catarina

Letra: Horácio Nunes
Música: José Brazilício de Souza

Sagremos num hino de estrelas e flores
Num canto sublime de glórias e luz,
As festas que os livres frementes de ardores,
Celebram nas terras gigantes da cruz.
Quebram-se férreas cadeias,
Rojam algemas no chão;
Do povo nas epopéias
Fulge a luz da redenção.

No céu peregrino da Pátria gigante
Que é berço de glórias e berço de heróis
Levanta-se em ondas de luz deslumbrante,
O sol, Liberdade cercada de sóis.
Pela força do Direito
Pela força da razão,
Cai por terra o preconceito
Levanta-se uma Nação.

Não mais diferenças de sangues e raças
Não mais regalias sem termos fatais,
A força está toda do povo nas massas,
Irmãos somos todos e todos iguais.
Da liberdade adorada.
No deslumbrante clarão
Banha o povo a fronte ousada
E avigora o coração.

O povo que é grande mas não vingativo
Que nunca a justiça e o Direito calou,
Com flores e festas deu vida ao cativo,
Com festas e flores o trono esmagou.
Quebrou-se a algema do escravo
E nesta grande Nação
É cada homem um bravo
Cada bravo um cidadão.

Hino do município de Xaxim
Letra por Olmiro Ferreira da Silva

Xaxim, ó cidade de luta e empenho
Xaxim és tão jovem, tão verde no oeste,
Esperança que faz o teu povo vibrar,
Construir, sonhar um futuro melhor,
Ó terra querida lugar abençoado, meu povo adorado gentil e amigo,
Comigo irão sempre no peito e na mente

Saudade da gente saudade da terra
Ë certo que volta quem te viu crescer,
Jamais te esquece quem de ti nascer.

No oeste do estado, tão rico e tão novo
Despontas vindoura em chão catarinense.
Tu és para mim um recanto querido,
Serei para ti um fiel xaxinense.
Xaxim és meu lar, tão saudoso que herdei,
Por onde andar, de ti eu lembrarei.

No solo a fartura que brota tão fértil
Nas matas nos campos se esconde porvir,
Empenho e trabalho do teu caro povo,
Já mostram em ti que o progresso há de vir,
Teu povo que luta já estampa no rosto,
O gosto da vida, saúde e vigor.



terça-feira, 25 de agosto de 2009

500 Visitas....


















Educar é uma Arte...

Olá amigos. Hoje o Educar é uma Arte está em festa. Completamos 500 visitas em pouco tempo de existência.
Muito Obrigada por ter contribuído para esta conquista.
Em comemoração criei meu primeiro selinho de visitas.


Dedico este selinho a todos que visitam o Blog Educar é uma Arte...
Muito Obrigada


Educar não é repetir palavras, é criar ideias, é encantar... (CURY)


Com carinho:



sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Mensagem: Rubens Alves




Primeiro a magia da história, depois a magia do bê-á-bá


Se fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; levaria as livrarias, para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.

Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada coma beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical.

A experiência da beleza tem de vir antes.

Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as histórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela quereria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em histórias. É assim. É muito simples.

Rubens Alves



sábado, 15 de agosto de 2009

Vídeos Educativos - Influenza A H1N1

Influenza A H1N1

Atualmente, os meios de comunicação têm divulgado notícias sobre a nova gripe, inicialmente chamada de gripe suína e agora denominada gripe. O vírus da gripe suína é quase igual ao da nossa gripe, ele vive em constante mutação, por isso que pegamos uma gripe mais de uma vez na vida, o vírus sofre mutações que fazem com que nossos anticorpos não tenham a “dose” programada para destruir.
A gripe suína, ou gripe A está infectando milhares de pessoas ao redor do mundo, e ao contrário do que muitas pessoas pensam consumir carne de porco não leva o contágio a doença.
Os vírus, por exemplo, não têm célula e são parasitas obrigatórios, isto é, necessitam de outro organismo para sobreviver e se reproduzir. Já as bactérias são constituídas por células, podem viver livres em um ambiente ou dentro de organismos.
Sugestões de alguns vídeos para trabalhar com os pequenos informandos o que é, e como se prevenir.

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Turma da Mônica

Medidas para evitar o contágio da gripe

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Turma da Mônica

Sem abraço, sem beijinho

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Ministério da Saúde

Informações

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Dia do soldado


O dia 25 de agosto é consagrado ao soldado brasileiro. O soldado é o cidadão fardado precursor na defesa da sua pátria e das instituições. O civil é um soldado licenciado sempre pronto a ser convocado quando as circunstâncias exigirem. O Exército, a Marinha, a Aeronáutica e a Polícia Militar são forças devotadas à defesa da pátria, da ordem e das instituições.
O 25 de agosto foi designado Dia do Soldado porque neste dia, em 1803, nascia na cidade de Estrela, no Estado do Rio de Janeiro, Luiz Alves de Lima e Silva, o futuro Duque de Caxias, o maior soldado-estadista do nosso país. Descendente de uma família de militares, desde os cinco anos de idade ele já foi “programado” para a carreira dos seus ancestrais. Junto com seu pai, freqüentava o expediente no quartel do 20º Batalhão dos Sapadores Reais. Aos nove anos ingressou no Colégio Militar e aos 15 na Academia Militar, sempre alcançando o primeiro lugar.
Em 1823, incorporado ao regimento comandado pelo seu tio, em serros da Bahia, José Joaquim de Lima e Silva, que havia assumido o comando das forças brasileiras, então sob o comando do general (mercenário) francês Pedro de Labatu, que lutavam contra as tropas portuguesas do famigerado sanguinário brigadeiro Luiz Ignácio Madeira de Mello. Vencido na batalha do Pirajá, Madeira de Mello recua para a cidade de Salvador e aceita os termos impostos pela rendição. Ele abandona a cidade e se retira para a sua pátria, Portugal.
Cumprida, com heroísmo, esta missão, seguiu Caxias com seu regimento para o Maranhão, sufocando lá a Balaiada com tanto denodo que lhe valeu a promoção ao posto de coronel. Voltando ao Rio de Janeiro, foi destacado para sufocar a rebelião de Sorocaba, chefiada pelo ex-presidente da Província de São Paulo, Rafael Tobias de Aguiar. Contou com a participação da Marquesa de Santos, com o padre Diogo Antônio Feijó, ex-regente do Império e outras figuras importantes de uma monarquia agonizante (isso acontecia em 1842, dois anos após a falsa maioridade do príncipe D. Pedro, futuro Pedro II).
Sufocada a rebelião de Sorocaba, Caxias foi chamado a pacificar Minas Gerais, derrotando os liberais daquela Província. Em 1845, conseguia pacificar o Rio Grande do Sul, convulsionado com dez anos de guerra civil, onde usou de toda a sua competência e autoridade de verdadeiro estadista, conseguindo uma paz honrosa para os combatentes. Foi honrado com as insígnias de general e o título nobre de Marquês de Caxias. Em 1851/52 lutou no Uruguai, contra o caudilho Oribes e os partidários do ditador argentino Juan Manoel Rosas. Em 1855 foi nomeado Ministro da Guerra, em 62 presidiu o Conselho e em 63 chegou a Senador. A guerra contra o Paraguai seguia a passos lentos, com brilhantes vitórias e alguns reveses, como o de Curupaiti, de sérias conseqüências.
Caxias foi chamado a assumir o comando das forças aliadas, substituindo o argentino Bartolomeu Mitre. Reorganizou, rearmou, disciplinou e saneou os exércitos aliados e partiu para a ofensiva, vencendo as forças regulares do “El Supremo” ditador paraguaio Francisco Solano Lopes. O cerco de Humaitá, a batalha do Avaí, os combates de Lomas Valentina, Angostura e Itororó abriram a porta da capital paraguaia às tropas brasileiras e aliadas. Esta fase da guerra foi chamada de “Dezembrada” e culminou com a entrada triunfal dos aliados em Assunção no dia 5 de janeiro de 1869. Porém a guerra não terminou aí, pois Lopes se retirou para o nordeste com os remanescentes de suas tropas.
Caxias, já velho e cansado, passou o comando para o príncipe Gastão de Orleans, o Conde d´Eu, que perseguiu o inimigo até o Cerro Corá, onde alcançou a 1º de março de 1869. O cabo Chico Diabo matou o ditador e a guerra acabou. Foram suas últimas palavras: “Me muero com mi pátria”. Caxias morreu em 1880.






















Música

Marcha Soldado
Cabeça de Papel
Se não marchar direito
Vai preso pro quartel
O quartel pegou fogo
A polícia deu sinal
Acorda acorda acorda
A bandeira nacional

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Folclore...

Dia 22 de agosto comemoramos o "Dia do Folclore". A palavra folclore deriva de dois vocábulos ingleses (folh e lore) que juntos significam "sabedoria ou cultura do povo".
A palavra folclore surgiu pela primeira vez em 1846 por William John Thoms, que dedicou-se desde de jovem à cultura popular da Inglaterra.
O folclore se manifesta em diversos campos. Encontramos essa manifestação folclórica nas brincadeiras, parlendas e personagens com histórias duvidosas.





Manifestações folclóricas




Cantigas.....
Dorotéia
Dorotéia centópeia
Resolveu ir viajar
Calçou todos os sapatos
E saio à passear
No caminho ficou cansada
Resolveu pegar o trem
Da janela observava...
(Falar o nome de uma aninal, o que está fazendo e imita-lo)
Peixinho
Coloquei meu barquinho no mar, no mar, no mar....
Eu remava assim, assim, assim...
Chuá, chuá, chuá...
De repente ouço um barrulhão
Rema forte minha gente que lá vem o tubarão
Rema forte minha gente que lá vem o tubarão
Se segura que o barquinho vai virar....
(Formar um círculo no chão, escolher um educando para ser o tubarão, direcionando o mesmo ao lado de fora da roda e ir fazendo os gestos da música durante o canto).


História de varal
História de varal... Essa é uma história muda que pode ser trabalhada de diversas maneiras:
*Através de produção de texto escrito com as ilustrações: Produção da história coletiva, individual, por equipe.
*Produção de texto oral: Produzir a história individualmente com as imagens um grupo de aluno, individual ou coletivo.
(Quem é esse personagem? O que vocês sabem sobre ele?)

(Quais as características do Saci? Aqui vc fala das caracteristicas do saci (carapuça vermelha, negrinho, de uma perna só, adora fazer travessuras...)

O Saci é danado! Adora pegar os ovos das galinhas! Elas ficam muito bravas, gritam e choram...
(Saci também gosta de se esconder no mato para assustar quem passa)

assusta o cavalo e o cavaleiro cai de bumbum no chão!!!

depois monta no cavalo e trança seus pêlos
também gosta de espiar a cozinheira pela janela e esconder todas as colheres

(a cozinheira fica brava, e a comida já esta queimando no fogo...)

(mas ela já sabe o que fazer!!!é só pegar o saci e prendê-lo numa garrafa! Pronto! agora ele não pode mais fazer travessuras!!!!!)
História do varal retirada:
Fonte: http://amigasdaedu.blogspot.com
História retirada do picasa da Vanessa